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Os desafios para ser um empreendedor bem sucedido em tempos de crise

Não é fácil empreender. Se o sonho de ser empreendedor já era um grande desafio, imagine ser empreendedor em tempos de crise e pandemia provocadas pelo coronavírus. Afinal de contas, empreender nessas circunstâncias significa correr e assumir riscos para si mesmo e para terceiros. Diante dessa realidade inexorável, há muitos empreendedores bem sucedidos. Então, emerge a pergunta: por que essas pessoas são bem sucedidas e quais as suas características? A seguir, discorreremos sobre isso.

Um pouco de historia sobre empreender

A origem do empreendedorismo, que deriva da palavra francesa entrepeneur (aquele que incentiva as brigas), se perde no tempo, tendo sido utilizada pela primeira vez em 1725, pelo economista irlandês Richard Cantillon, para designar o “indivíduo que assumia riscos”. Mais adiante, deu origem à palavra inglesa entrepreneurship.

Passados mais de três séculos, o termo ou seus significados continuam a povoar o imaginário de muita gente, sendo ainda tema de muitos estudos e discussões atrativas e incessantes. Atuando nessa seara, tenho acompanhado esse debate, buscando aprofundar minha visão sobre esse instigante tema. Afinal de contas, o que é ser um empreendedor? O termo adquiriu tamanha amplitude que comporta uma gama de variantes conceituais. Contudo, todas têm, basicamente, uma característica em comum: o empreendedorismo está conectado aos sonhos e aos desejos, à determinação e à capacidade de transformar esses sonhos em realidade, associadas à disciplina, ao foco e à motivação necessária para vencer os obstáculos que surgem ao longo da caminhada.

Ao analisar as histórias de vida de empreendedores bem sucedidos, no Brasil e pelo mundo afora, quer sejam nos negócios, quer sejam na política, ou nas esferas social, cultural, esportiva e profissional, observamos que todos, sem exceção, eram inconformados com a realidade e o ambiente onde se encontravam, tinham ideias, sonhos e objetivos, e resolveram persegui-los, ou seja, planejaram, ousaram, moveram-se em busca de concretizá-los.

Por outro lado, nem sempre o sucesso foi alcançado por todos e na primeira tentativa. Muitos erros foram cometidos, projetos não saíram conforme o planejado. E dai? Erros e acertos fazem parte das nossas trajetórias. Frustrações e derrotas são comuns no início de muitas jornadas vitoriosas, ou até mesmo épicas. Relembrando o jargão popular “errar é humano”, talvez seja válido complementá-lo aqui com a afirmação de que “o correto é arriscar-se e, se errar, errar cedo. As consequências da experimentação inicial são, via de regra, menores. Desistir por causa da inexperiência e do risco a ela atrelada. De jeito nenhum! Se necessário, recomecemos tudo outra ver. E como diz a canção popular: “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Desponta aí mais um atributo do empreendedor: o desenvolvimento contínuo da sua resiliência.

De repente, surge a pergunta que não quer calar: então, todos podem ser empreendedores? Isso é uma coisa nata ao indivíduo, ou podemos aprender técnicas e desenvolver as qualidades e características empreendedoras? Penso que para ser empreendedor não basta ter um sonho, uma boa ideia; é necessário estudo, conhecimento, informações de qualidade, planejamento, e, acima de tudo, foco e determinação. É preciso conhecer o terreno onde se está pisando, ou seja, conhecer o mercado, suas tendências e pormenores. Conhecer a “dor” alheia e, a partir daí, propor o “remédio” que vai aliviar ou curar a sua dor.

Eu diria para quem deseja abrir um negócio: mature a ideia, informe-se e conheça com profundidade o ramo de atividade em que vai atuar, o tipo de produto ou serviço que vai ofertar. É essencial também: i) conhecer a clientela para o qual vai direcionar seu negócio, conectando-a ao seu negócio; ii) definir o nicho de oportunidade ou necessidade do cliente que o seu empreendimento vai se propor a atender. Aqui, é válido o seguinte alerta: ir para uma pescaria sem os equipamentos adequados é estar fadado ao fracasso. A mesma coisa é tentar abrir um negócio sem informações necessárias sobre o mercado em que se deseja atuar. Portanto, antes de se aventurar, observe, estude, avalie, levante e certifique-se de informações mercadológicas básicas. Superada essa fase, avance para o planejamento e a concretização do seu empreendimento.

Algumas habilidades comportamentais indispensáveis para você, que deseja empreender, podem lhe ajudar a ter um norte sobre a execução e o desenvolvimento da sua ideia de negócio:

  1. Ter Iniciativa – Saia do chão e dê o primeiro passo e se assegure de trilhar o caminho certo. Coloque em prática a sua ideia de negócio, mesmo que muitas pessoas tentem te convencer a não fazer e te digam que é muito difícil, que não vai dar certo.
  2. Planejar, planejar e planejar – Quem não sabe para onde vai, qualquer lugar lhe serve. Sem planejamento, não é possível chegar a lugar nenhum. Você precisa saber onde está, onde quer chegar, como quer chegar e o que será preciso fazer para chegar no seu objetivo. Estabelecer metas e monitorar as informações de uma empresa são atitudes necessárias para quem deseja se firmar e crescer de maneira planejada. Será necessário criar ações, monitorá-las, corrigi-las ou e revê-las. Assim, você consegue avaliar se o seu planejamento está contribuindo para chegar ao seu objetivo. Montar um plano de negócios no começo da empreitada e depois deixar de lado não é recomendável.
  3. Confiança em si mesmo – Confiar em suas próprias opiniões e transmitir confiança para sua equipe são comportamentos essenciais para quem almeja ter sucesso no mundo do empreendedorismo. Isso não significa, evidentemente, que o empreendedor estará certo em cem por cento do tempo. No entanto, se tiver conhecimento profundo de seu negócio, saberá extrair as informações necessárias para tomar as decisões corretas e liderar a equipe para o sucesso. Além disso, ter autoconfiança mostra aos profissionais da sua empresa que você sabe o que está fazendo, mesmo que não saiba totalmente. A falta de confiança pode gerar insegurança nos colaboradores e, consequentemente, nos clientes e fornecedores, desestabilizando a imagem da empresa no mercado.
  4. Liderança: coração e razão – O empreendedor tem como papel principal ser o líder da sua empresa. Dentro da liderança também abordamos o papel da comunicação, da subordinação e da hierarquia. O empreendedor deve saber dar e receber feedbacks. Isso ajuda na valorização e motivação do colaborador. Motivar é comprometer a equipe com o que é essencial para o crescimento do negócio.
  5. Ser persistente ou perseverante – Como citado anteriormente, a maioria dos empreendedores de sucesso já fracassaram e apesar dos momentos ruins, não desistiram. Tiraram lições preciosas dos erros cometidos e nunca desistiram dos seus sonhos, dos seus objetivos. Desistir com facilidade não faz parte do dia a dia de nenhum empreendedor de sucesso.
  6. Assuma e corra riscos calculados – Todo empreendedor corre uma série de riscos, desde questões econômicas até problemas com fornecedores ou na estrutura física do negócio.  Os riscos, no entanto, devem ser mapeados, calculados e planejados para que as consequências, se negativas, não superem o lado positivo. Se arriscar faz parte do ato de ser empreendedor. Correr risco é diferente de correr perigo. Quando você não tem informações necessárias para tomada de decisão, você está correndo perigo. O empreendedor que calcula os riscos do seu negócio saí na frente e desenvolve soluções para reduzir as chances de erros e aceitar desafios, que lhe proporcionem boas chances de sucesso.
  7. Faça o melhor sempre: qualidade – Uma mente empreendedora está sempre disposta e inclinada a fazer mais e melhor. Seu foco é a melhoria contínua de seu negócio. A satisfação de seu cliente vem sempre em primeiro lugar e a gestão da qualidade é o seu foco.  O perfeccionismo equilibrado, a exigência com a equipe e o cuidado com os detalhes são comuns entre os empreendedores. Trabalhe o encantamento, a qualidade no atendimento, no serviço e no produto. Assim, seu cliente será fidelizado e ainda irá fazer propaganda gratuita para outras pessoas.
  8. Networking – Exercite o seu poder de persuasão. Afinal não adianta ter o melhor produto ou o melhor serviço e não saber vender, certo? A persuasão engloba o uso de estratégias para influenciar pessoas, além de se relacionar com quem pode ajudá-lo a alcançar os objetivos do seu negócio. O empreendedor de sucesso consegue criar uma rede de contatos e construir bons relacionamentos comerciais. Participe de eventos e feiras que sejam relacionados ao seu produto, serviço e nicho de mercado. Dessa forma, você consegue aumentar o contato com outras pessoas e até formar parcerias de negócios.

Como dissemos no início, ser empreendedor em “águas amenas” é desafiador. Ser empreendedor em momentos de crise torna-se uma tarefa quase intransponível. Porem, se o seu sonho, a sua ideia e a sua crença são fortes o suficiente, siga em frente e não desista. Os obstáculos não serão poucos e não vão faltar. É importante que você tenha “a visão além do alcance” e transforme esses momentos difíceis em grandes oportunidades, ciente de que erros acontecem para sabermos como acertar. Desistir, jamais! Lembre-se quais os motivos que te fizeram chegar até este ponto. Transforme os “não” da vida em “sim” de sucessos.

Por fim, mesmo com o cenário futuro ainda nebuloso por conta da Covid-19, espero que a leitura de hoje tenha lhe trazido algum insight, alguma informação nova e que tenha lhe ajudado no seu processo de desenvolvimento e alargamento da visão empreendedora. E, de forma complementar, o mercado de crédito exercerá neste momento crucial um papel fundamental na retomada e na consolidação de um novo ciclo de crescimento econômico, que, mais cedo ou mais tarde, emergirá. Além disso, em qualquer contexto, sempre existirão oportunidades para negócios prosperarem e outros sucumbirem, por conta de uma multiplicidade de fatores internos e externos que influenciam o complexo ambiente de desenvolvimento dos negócios.

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